O Chui leu: A CIDADE DO MEDO, de Pedro Garcia Rosado

cidade do medoTítulo: A Cidade do Medo
Autor: Pedro Garcia Rosado
Série: Não Matarás, #1
Publicado por:
Edições Asa
Ano da edição: 2010
Páginas: 294

Sinopse: Para a Polícia, a morte violenta de um sem-abrigo cuja identidade é quase impossível de determinar não é uma ocorrência a que se possa dedicar muito tempo. Mas a situação altera-se na manhã seguinte: aparecem mortos, da mesma maneira, mais dois sem-abrigo na Baixa de Lisboa. E, dois dias depois, são três os sem-abrigo atacados. O serial killer começa, porém, a deixar pistas – e estas apontam para um culto satânico, mas também para a maçonaria. Com o medo a instalar-se em Lisboa, onde o assassino vai multiplicando os seus actos de violência, e enquanto Joel Franco começa a descobrir as origens desta vaga de crimes, o presidente da Câmara de Lisboa e um seu discreto aliado na própria PJ percebem quem é o autor das mortes: o homem que quiseram transformar em bode expiatório quando começou a correr mal o comércio ilícito de terrenos na zona do projectado aeroporto da Ota. No qual pontificara o presidente da Câmara quando ainda era ministro do Ambiente… E em breve vão estar frente a frente dois homens que, à sua maneira, procuram justiça: o assassino propriamente dito e Joel Franco, que tenta vingar a morte de um amigo de infância em cada homicida que persegue. É bem provável que ambos desafiem a antiquíssima norma que regula a sociedade humana: «Não matarás.»

Veredicto (de Joel G. Gomes): A Cidade do Medo é o primeiro volume de uma trilogia e, tal como é dever de qualquer história inaugural, introduz um protagonista e o seu universo. O arranque da história está bem conseguido e, regra geral, o autor consegue manter o interesse ao longo de todo o enredo. Os saltos entre a investigação no presente e outros acontecimentos no passado estão bem intercalados, com novas perguntas a serem suscitadas a cada página. Pelo meio, existem algumas deambulações que testam a perseverança do leitor. Apesar de alguma previsibilidade, o final até que compensa a paciência, mas nem todos os leitores serão de igual modo resilientes.

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