O Chui leu: BONS AUGÚRIOS, de Terry Pratchet e Neil Gaiman

bons_auguriosTítulo: Bons Augúrios
Título original: Good Omens
Autor(es): Terry Pratchet, Neil Gaiman
Publicado por: Editorial Presença
Ano da edição: 2004
Páginas: 380

Sinopse: Este é o livro mais divertido alguma vez escrito sobre o Armagedão. Não vale a pena reler esta última frase, caro leitor, foi mesmo isso que se quis dizer. «Mas como é que um livro sobre o fim do mundo pode, de algum modo, ser cómico?» Ora aí é que está, caríssimo leitor, a explicação é óbvia – esta obra foi escrita por dois dos mais geniais autores de fantasy da actualidade. Ao sabor das suas endiabradas penas, até o mais inverosímil pode assumir a aparência de algo plausível! Neil Gaiman e Terry Pratchett criaram um texto que, ao fundir a fantasia e a comédia, resulta absolutamente jocoso, satírico inventivo e cheio de sabedoria. Desde o início dos tempos que Ele (Deus, o Diabo ou ambos em co-autoria conspiratória) haviam planeado o Armagedão, a Derradeira Batalha entre o Bem e o Mal, o fim do mundo tal como o conhecemos. E havia séculos que os demónios (e os anjos?) trabalhavam nesse sentido. Era chegada a hora! Faziam–se agora os últimos preparativos e tudo se ajustava para a hecatombe final. Mas os desígnios de Deus (e do Diabo?) são, como se sabe, insondáveis e, vá–se lá saber porquê, uma pequena distracção, uma simples troca de bebés, coloca o recém–nascido Anticristo na família errada e voilà! tudo corre mal! Por serem todos grandes apreciadores dos prazeres terrenos, os representantes do Céu e do Inferno, os Quatro Cavaleiros (leia–se Motoqueiros) do Apocalipse e o próprio Anticristo decidem, pasme–se, tomar as rédeas dos acontecimentos e sabotar o Armagedão! O resultado já o leitor pode imaginar – uma leitura deliciosa que nos leva às lágrimas através de um riso de proporções apocalípticas. Diabolicamente hilariante.

Veredicto (de Elsa Leal): Já li este livro há tantos anos que falar sobre detalhes da história já não é possível sem o auxílio da sinopse “oficial” do dito cujo.
Fruto do empréstimo de uma amiga, naquela altura confesso que li o livro sem saber que estava na presença de dois dos autores mais aclamados do género Fantástico da actualidade. O que é certo é que a forma sublime como foi escrito, marcou-me a pontos de ainda hoje me lembrar do humor sagaz e das gargalhadas que dei em público ao lê-lo.
A forma como o Armagedão nos é apresentado, bem como a escassa linha divisória que marca a diferença entre o Bem e o Mal, não deixam os leitores indiferentes. A mim, definitivamente, este livro assentou-me que nem uma luva.

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