O Chui leu: THE NINJA, de Eric Van Lustbader

212349Título: The Ninja
Autor: Eric Van Lustbader
Série: Nicholas Linnear, #1
Publicado por: Fawcett
Ano da edição: 1980
Páginas: 509

Sinopse: This is the story of Nicholas Linnear, half-Caucasian, half-Oriental, a man caught between East and West, between the sexual passions of a woman he can’t forget and the one he can’t control and between a past he can’t escape and a destiny he can’t avoid.
A sprawling erotic thriller that swings from postwar Japan to present-day New York in a relentless saga of violence and terror elaborately designed for the most savage vengeance of all…

Veredicto (de Joel G. Gomes): Demorei muito tempo (quase dez anos, para ser mais exacto) até resolver pegar neste livro. Um entre quase quarenta numa compra que fiz num CashConverters em meados de 2005, não fazia ideia do que me esperava. Antes de ler a sinopse, já tinha sido atraído pelo nome do autor. Nunca o lera, mas ouvira falar dele por ter sido escolhido para dar continuidade à saga de Jason Bourne, de Robert Ludlum. Cerca de um ano antes tinha saído o quarto volume da saga (o primeiro escrito por Lustbader) e eu achei que podia estar ali qualquer coisa interessante – e por menos de dois euros, o que era ainda melhor.

Então porque é que demorei tanto tempo até ler este livro? Apesar de gostar de histórias de ninjas (na óptica de quem vê um filme de artes marciais e de repente acha que dá porrada a qualquer um), uma parte de mim deve ter temido que isto pudesse ser uma espécie de Ninja Americano em livro (notem que a qualidade do filme é tanta que o primeiro filme da saga tem como título “O regresso do Ninja Americano”; ainda nem chegou e já está de regresso). Ou então foi por tê-lo comprado com outros trinta e nove livros e não ser fácil ler isso tudo de um dia para o outro.

Pois bem, ao contrário do que o meu subconsciente temia, The Ninja não tem nada a ver com os filmes de Michael Dudikoff ou David Bradley, antes pelo contrário. É uma história intensa, carregada de conflito, tanto interno como externo, onde não falta acção, sangue e morte. Os personagens estão bem delineados, lêem-se bastantes vivos – reais – e as cenas de acção obrigam (a palavra é mesmo essa) a não largar o livro. Se o encontrarem, arrisquem. Mesmo que seja por mais de dois euros.

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