O Chui leu: Howl’s Moving Castle, de Diana Wynne Jones

 

Títul2294528o: Howl’s Moving Castle
Autor: Diana Wynne Jones
Publicado por: Greenwillow Books
Ano da edição: 2008
Páginas: 429

Sinopse: Sophie has the great misfortune of being the eldest of three daughters, destined to fail miserably should she ever leave home to seek her fate. But when she unwittingly attracts the ire of the Witch of the Waste, Sophie finds herself under a horrid spell that transforms her into an old lady. Her only chance at breaking it lies in the ever-moving castle in the hills: the Wizard Howl’s castle. To untangle the enchantment, Sophie must handle the heartless Howl, strike a bargain with a fire demon, and meet the Witch of the Waste head-on. Along the way, she discovers that there’s far more to Howl—and herself—than first meets the eye.

Veredicto (de Júlia Pinheiro): De há uns anos para cá descobri o fascínio que tenho pela obra de Miyazaki e os filmes dele deixam-me sempre entusiasmada. Ainda não os vi a todos, mas já não faltam muitos, e até parece que a reforma dele vai ser adiada, mais uma vez, para fazer um (novo) último filme.

O meu primeiro filme foi o A Viagem de Chihiro, ou Spirited Away, e seja por isso ou não, mas mantém-se o meu filme preferido dele. Em segundo lugar gostei imenso do Howl’s Moving Castle. Não sei se é pela magia, ou se pelas personagens, mas o filme cativou-me e deixou-me agarrada ao ecrã.

Qual não foi a minha surpresa quando descobri que havia um livro que dava a base ao filme. E eu devia ter pensado nisso, não era um salto lógico muito dificil, mas o meu cérebro não atingiu esse nível. Felizmente chamaram-me à razão e mostraram-me que afinal o mundo ainda faz sentido (Obrigada Rui!).

Escusado será dizer que assim que acabei o livro que estava na mesinha de cabeceira (o que ainda demorou, porque vida) peguei neste. São quatrocentas e qualquer coisa páginas, de letra grande e de leitura fácil, num registo meio infanto-juvenil, e que vale muito a pena. Perder umas horas a passear por aquelas terras todas e a conhecer aquelas personagens que tanto têm de fascinantes como de estranhas. Até porque o mundo onde nos inserem é recheado de magia, com espantalhos que ganham vida, portas que abrem para vários sítios e meninas que viram velhas de 90 anos de um momento para o outro.

Não é daqueles livros que me tenha dado a volta à cabeça e que se tornaram dos meus livros obrigatórios mas é uma leitura leve, bonita e acima de tudo agradável.

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