O Chui Leu: A Biblioteca à Noite, de Alberto Manguel

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Título: A Biblioteca à Noite
Título original: The Library at Night
Autor: Alberto Manguel
Tradução: Rita Almeida Simões
Publicado por: Tinta da China
Ano da edição: 2016
Páginas: 304

Sinopse: A partir da sua mítica biblioteca pessoal, Alberto Manguel, um dos mais conceituados bibliófilos do mundo, conta-nos tudo o que sabe sobre a história, o fascínio e os enigmas das bibliotecas. Ao construir a sua biblioteca com mais de 40 mil livros num antigo presbitério em França, Alberto Manguel debateu-se com as mesmas questões de um qualquer bibliotecário caseiro: é melhor dividir por línguas? A ordem alfabética será a mais prática? Os géneros não deviam estar agrupados? Mesmo que não existam respostas certas, neste livro Manguel conta pelo menos as melhores histórias: Há bibliotecas públicas com secções como «Esgotos: Obras Seleccionadas», e umas privadas onde, alfabeticamente, os amigos-escritores Borges e Bioy Casares ficam lado a lado; há bibliotecários corajosos que alteram registos de requisição para salvar livros, e livros corajosos que salvam homens torturados; há livros perdidos, livros proibidos, livros digitais, livros que ficam numa prateleira demasiado alta e livros imaginados – mas todos eles ocupam um espaço e enchem estantes pelo mundo, tal como preenchem esta “Biblioteca à Noite”.

Veredicto (de Júlia Pinheiro): Numa altura em que consegui voltar a ler eis que fui presenteada com este livro de Alberto Manguel, de quem já tenho o Dicionário de Lugares Fantásticos.

Ainda só o tinha apanhado de raspão, nesta edição nova da Tinta da China, e nem sabia bem o que era mas tinha Biblioteca no nome, era do Manguel e tinha uma edição bonita. No dia em que fiquei com ele na minha posse li logo o primeiro capítulo e fiquei automaticamente fascinada. Este é essencialmente um livro sobre bibliotecas e tudo o que se possa relacionar com elas. Quais as mais relevantes, como as organizar, o que representam, qual o seu propósito, as várias valências e relevâncias ao longo da história e pelo mundo inteiro … Claro que é um livro escrito segundo a perspectiva do autor mas ainda assim recolhe uma boa dose de informação que ou por curiosidade ou por fascínio pelos livros se torna maravilhosa de ler.

Mais a mais, dá que pensar em como quero ter a minha biblioteca, ou até idealizar a biblioteca dos meus sonhos (que acredito piamente que seja a Biblioteca do Convento de Mafra!).

Acho que qualquer pessoa que goste de livros tem um cantinho especial, uma maneira de os ter dispostos ou guardados, as bibliotecas são espaços que nos dão uma sensação de pequenez e plenitude como poucas coisas conseguem fazer. Ou se calhar é só a mim. Mas o certo é que gosto de bibliotecas e adorei este livro. Culto, interessante, focado e uma verdadeira reunião de factos absolutamente geniais!

Manguel, estou rendida!

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